A motocicleta como solução para transporte urbano

Veículo de duas rodas além de econômicos, evitam os engarrafamentos e são seguras quando pilotadas por Motociclistas Profissionais segundo dados do DENATRAN

As ruas de Belo Horizonte estão cada vez mais cheias de carros e ônibus. Um ranking elaborado pela empresa de tráfego TomTom mostra que a capital mineira ocupa o 6º lugar na classificação​ de pior trânsito, com até 42% das vias congestionadas durante os horários de pico. Por conta disso, as pessoas perdem horas e mais horas nos congestionamentos. A troca do automóvel pelo transporte público não é das alternativas mais viáveis, além de precário, os ônibus também sofrem com a lentidão e altas nos preços das tarifas.  Segundo pesquisa do Instituto Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP) apenas 27% da população​ de BH mora perto do metrô.

Como escapar desse grande problema das capitais e ainda economizar um dinheiro?

Cada vez mais brasileiros estão encontrando nas motos a grande saída do trânsito caótico da metrópole. Segundo dados referentes a 2014 do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), são quase 23 milhões de veículos de duas rodas registrados em todo o país. Além da sensação de liberdade, as motocicletas reduzem significativamente​ o tempo gasto na dura rotina diária, deixando para trás os longos congestionamentos. Outra interessante vantagem é quando se faz as contas na ponta do lápis. A revista Quatro Rodas fez um cálculo que mostra que o motociclista que roda 150 km por dia (3.000 km ao mês), tem o consumo na casa de 25 km/l equivalente a queimar 120 litros de combustível por mês.

Aumentando para 30 km/l, média das motocicletas mais usuais, reduz-se o consumo para aproximadamente 100 litros por mês. Se fizermos as contas com o preço da gasolina em R$ 3,30 (média praticada atualmente por postos em Belo Horizonte), chegamos a uma economia de até R$ 800,00 no fim do ano, isso sem contar com as despesas de manutenção, que são muito mais baratas para motocicletas.

Então como utilizar as motocicletas de forma segura?

Segundos dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), as categorias que utilizam a motocicleta como fonte de renda (motofretistas e moto taxistas) não estão entre as principais vítimas. Em São Paulo, as estatísticas divulgadas revelaram que apenas 8% dos acidentes com motocicletas eram de motociclistas profissionais. Além da falta de profissionalismo, há a falta de experiência, segundo Valter Ferreira da Silva, presidente do Sindicato dos Motociclistas Profissionais do Rio Grande do Sul (Sindimoto-RS), “O recém-habilitado, quando coloca a carteira no bolso, já se acha piloto, que pode fazer o que um profissional da moto faz. Mas ele não consegue; acaba sendo uma vítima do trânsito e, sem querer, acaba sendo um camicase”.

Como aproveitar das motocicletas se não sou profissional?

A Piloto31 chegou no mercado de transporte individual com a opção de viagens com motocicletas, oferecendo mobilidade urbana e segurança. Como vimos, a muitos pilotos profissionais em Belo horizonte e a opção por motociclista profissional está disponível por meio da Piloto31.

Nas ruas de BH a Piloto31 está em alta entre os que querem fugir dos engarrafamentos, do transporte público ruim e do alto consumo de gasolina dos carros.

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